Domingo, 4 de Março de 2012

ECSI - O que é e Como Funciona

Escola Comunitária Saberes   Integrados - Lisboa

 

Funciona de forma voluntária.

 

A proposta principal é dinamizar a Escola Contemporânea numa perspectiva interdisciplinar.

 

O primeiro resultado ocorreu em Dezembro de 2011 com o Coro composto por 300 vozes num concerto aula realizado no Lisboa Gínásio Clube de Lisboa pela Banda da Polícia de Segunrança Pública.

 

Nossa próxima meta é realizar um Coro com 2 mil alunos no Casal Vistoso em Dezembro de 2012

 

Para partocipar como voluntário entrar em contacto com:

 

ecsi@sapo.pt

 

givanildo.amancio@gmail.com

Tm. : 91 84 90 453

publicado por ecsi às 17:40
link do post | comentar | favorito
|

ECSI -ESCOLA COMUNITÁRIA DE SABERES INTEGRADOS - Lisboa - Portugal

 

A ECSI - Escola Comunitária de Saberes Integrados, é uma instituição sem NIF (número de identificação fiscal) em Portugal. E Sem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Física no Brasil).

 

Constitui-se como um movimento espontâneo de pessoas e cidadãos que possuem uma consciência nata de responsabilidade social e têm interesse numa actuação como construtor social em Unidades Educativas formais e não formais.

 

A prioridade neste ano de 2012 é actuarmos em parcerias com Escolas de Lisboa do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, também podendo  fazer-se presente noutros projectos e acções em qualquer grau de ensino, com o foco de distribuição de saberes gratuitamente.

 

Novos modelos precisam ser testados na actual crise, com responsabilidade humanitária. Pois, é plenamente e notadamente perceptível que a palavra “crise” tem se expressado com muita intensidade nas raízes sociais maioritárias em Portugal e não só.

 

No entanto, nosso entendimento é que é plenamente possível atravessar a crise, mas obrigatoriamente, não entrar nela de forma depressiva ou com atitudes que reforcem um reflexo condicionado de dor-Social no imaginário colectivo.

 

Há coisas que não entendemos científicamente, segundo nosso alcance intelectual. Mas, nem tudo precisamos explicar. No livro “O pequeno príncipe” tem uma frase fantástica: “o essencial é invisível aos olhos”.

 

Neste contexto não explico, por não saber neste momento, o amor que sinto por Portugal e por toda sua gente.

 

Vejo Portugal como um dos herdeiros do Império Romano que vive um momento de transição e de afirmação do que quer enquanto “ente coectivum”.

 

Não podemos mandar arrancar um membro de um exelente desportista com tantas medalhas, condecorações e ínsígnias de conquistas geográficas e militares em função de um coice.

 

É preciso ter cautela, pacimônia, buscar a tranquilidade pela consciência que tudo passa, seja bom ou seja ruim.

 

Cabe-nos a busca do menos doloroso. Isto tem lugar certeiro na partilha, no exercício comunitário, onde, o comum e unitário se encontra e se dão as mãos.

 

É preciso negar o ócio, como lembrou bem o Sindicalista Prof. Manuel Carvalho. Negar o ócio, traz-nos o significado de negócio. Acrescento a esta palavra um complemento importante: negócio partilhado, negar o ócio de mãos dadas como seres humanos que só “temos a certeza da morte do corpo físico, sabendo que o restante é possibilidade” (Heidegger).

 

Esclareço que o verbo pretender é importante para iniciativas empreendedoras, sobretudo as comunitárias para o exercício solidário. Assim sendo declaro, por mais limitado que eu seja, em vários sentidos, pretendo ajudar Portugal.

 

Usando a lógica básica e simples, posso afirmar que Portugal em sua geografia humana, hoje, é a soma das pessoas que por cá estão. Se nos posicionarmos a melhorar (de imediato!) nossas crianças, teremos um futuro, de curto e médio prazo, já com outros horizontes, pois, as ciências históricas nos dizem que o futuro depende do que fizermos agora.

 

Vamos aproveitar os recursos dos nossos velhos portugueses para trocar a posição soliTária pela contribuição soliDária. Que tal convidarmos nossos avôs e nossas avós, vizinhos das nossas Escolas, para contarem suas histórias de vida para os nossos miúdos? Isto daria trabalho mas não custa dinheiro. O lucro, gostava de ser, seria líquido e certo em vários aspectos.

Basta trocar uma letra para resolvermos o que está perto de nós. Não precisamos obrigatoriamente de dinheiro. Claro que é necessário ao sustento básico, mas precisamos antes de tudo mudarmos o foco, as lentes pelas quais vemos, precisamos mudar o ponto de vista.

 

Que tal vermos por várias lentes. Podemos enxercar a crise desleal e desonesta que recai brutalmente sobre as cabeças de homens e mulheres e cidadãos simples, trablahadores, honesto e cumpridores dos seus deveres, que agora estão a pagar um preçário além da conta por responsabilidades que não lhes são de direito. Isto é um facto. Pronto.

 

Podemos enxercar que a crise está só por começar e já está muito ruim. Mas, em tudo há de haver uma saída.

 

Se o menor que acreditar no menor derem as mãos, com fraternidade, a fazer o que está nos nossos alcances, de coração e com humildade, a crise poderá ser uma oportunidade de ouro para revermos nossos valores enquanto seres humanos.

 

Quando trabalhamos em comunidade, efectivamente, de braços dados, nos ajudamos a carregar os pesos. O piano, que é muito pesado, carregado em grupo fica leve, sim Senhor!

 

Esta prática, da ajuda mútua, era praticada entre os primeiros cristãos e com sucesso. Na cena actual temos diversos exemplos institucionais para citar onde a força da solidariedade faz milagres. Mas, agora o desafio é maior. Depende da disponibilidade interna de cada pessoa, de cada mulher, de cada homem. Portanto este movimento ou atitude proactiva não pode e não deve se institucionalizar, mas sim, habitar tranversalmente nossos hábitos sociais daqui para a frente.

 

Se não fôr por livre espontânea expressão, poderá ocorrer por livre e espontânea opressão do sistema social por maior arroxo dos cinturões económicos.

 

A nova atitude precisa existir por parte de quem interessar possa. Como pessoa interessada em contribuir, conforme o supracitado, proponho a ECSI – Escola Comunitária de Saberes Integrados como uma das possíveis ferramentas MAC – Movimento Anti Crise, agindo como um museu de arte contemporânea em sistema social e administrativo aberto, a funcionar em parceria com as Escolas Públicas.

 

Estamos em crise, ok. Entendi. Porém, um pequeno distanciamento científico da crise é estratégico para agirmos na construção de outras bases e novos conceitos que vai dar suporte a novas posturas e portanto, novos resultados.

 

O sentimento reactivo e, como disse, é um facto, agora vamos ao proactivo, tomar atitude, na medida dos nossos braços, das nossas pernas, do nosso alcance inteligível e intelectuais.

 

O sistema que vos apresentarei é conveniente, primeiro, porque não precisa de recursos financeiros. Claro, estamos em crise e isto já não estaria a funcionar, seria um embrião intra-uterino em estado de óbito se dependesse de recursos financeiros. Portanto não depende de dinheiro algum, além dos maiores bem-capitais (pessoas/seres humanos, tempo. Coração, amor por Si e pela Nação onde vivemos).

 

O conceito e prática de amor a si próprio é fundamental na nossa base cristã: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a ti mesmo”.

 

De tràs p´ra frente, tudo começa quando nos amamos a nós próprios. Uma forma de amarmos a nós mesmo é nos dedicarmos aos outros, porque somos feitos à imagem e semelhança de Deus. Se nos dedicarmos aos outros, estaremos nos dedicando, em última análise, a Deus e a nós próprios (que somos feitos à sua imagem e semelhança).

 

A psicologia fala da importância e necessidade das interacções.

A ciência da educação fornece pistas de que as trocas de vivências, relações e saberes favorecem o processo de ensino e o processo de aprendizagem.

Compreender o mistério, com fé e ciência, para realizar o milagre de nova realidade, é unir mente e coração na geração imediata, a partir de nova atitude.

 

A lógica é simples, se mudarmos a abordagem (trilharemos novos caminhos), teremos novos resultados.

 

Se os investimentos nestes novos caminhos e abordagens forem solidários e amorosos, muito provavelmente, teremos frutos com esta grandeza escalar.

 

Um astro, uma estrela, quando está no seu ciclo tem duas hipóteses: cintilar (brilhar mais) ou carbonizar (virar pó).

 

Estamos a atravesar um ciclo astronómico de crise cuja leitura astrológica feita em termos simbólicos indica: Temos que fazer escolhas. Nossas atitudes é que determinarão se vamos cintilar ou carbonizar determinados aspectos, espectros e ângulos da personalidade dos nossos corpos sociais.

 

Este princípio, por comparação de aplica também à vida como pessoa física. Estes ciclos planetários, ou atómicos ocorrem em nossas estruturas e dimensões micro-orgânicas.

 

Tudo pode ser reorganizado e resignificado numa atitude amorosa em relação ao bem estar dos outros que mais precisam. 1- Os velhos, 2-As crianças em formação permanente, 3-Os enfermos emocionais e psíquicos etc.

Na categoria 3 se encontra grande parte da população adulta que percebe, entende a crise, sente a crise no bolso e sofre imenso com o sentimento de revolta e dor-social.

Proponho transmutar pelo exercício do ser-cidadão, que fará investimento independente do governo como governo espontaneo do bem. Como colaborador social e construtor social contemporâneo.

 

Como fazer isto? Na ECSI – Escola Comunitária de Saberes Integrados.

Onde? No Projecto-piloto, a realizar-se nas Escolas Primárias do Primeiro Ciclo do Agrupamento da Olaias.

De que forma? Voluntária

Como acontecerá? Interagindo espontaneamente com Professores Titulares que queiram efectivamente interagir com a forma dinâmica de aula num princípio de circulação dos saberes em tempo real, pela ligação de profissionais da Comunidade, que voluntariamente interagirão com os alunos por sala.

Quem são os voluntários até o momento? O Prof. Givanildo Amâncio, mestrando de educação – ensino de música da UNL (Nova); Joana Cordeiro – Presidente Nacional da Associação Arte de Viver; Ines Clamatis da Horta do Monte, Professora e teatróloga Célia, Poetisa Clara Boavista; Cantora Lírica Emília Gonçalves, Especialista em Relações Internacionais Carlos Fulgêncio, Locutores da Rádio 106FM André Dezidério e César Casanova, Cantora de MPB e músicas contemporâneas Silvia Nazário, Cantora Roberta Mossi, a Dançarina Maria Pereira, entre vários e vários outros nomes disponíveis e outros que entrarão.

 

O sentido de abrir a Escola para a Comunidade e a Comunidade ser a escola e viver a escola, elastecerá e flexibilizará o sistema de educação. Sobretudo reforçará as práticas humanas e sistemas de maior humanização do processo, com divisão do peso do processo de educar responsabilizando mais intensamente ao Professor Titular. Que neste projecto e/ou proposta poderá dividir com seus colegas devidamente pré-credenciados para actuação.

 

Seguramente, não se trata de instalar nas dependências das salas de aula qualquer um, qualquer pessoa.

 

Mas a bolsa de ações sociais deverão estar em alta a partir do exercício individual e independente dos vários e diversos actores sociais.

 

A Educação contemporânea nos estimula, em época de crise, para adquirirmos novas estratégias e operarmos, no dia a dia, com novas competências baseadas no exercício de real partilha, na verdadeira solidariedade como tecnologia social que irá fomentar a prática do exercício pleno da cidadania.

publicado por ecsi às 17:39
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Março 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


.posts recentes

. ECSI - O que é e Como Fun...

. ECSI -ESCOLA COMUNITÁRIA ...

.arquivos

. Março 2012

blogs SAPO

.subscrever feeds